Por Wilson Porte Jr.
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A igreja de Edwards em Northampton,
como era em seus dias. |
Muitos o consideram o último dos puritanos. Jonathan Edwards nasceu em 5 de outubro de 1703, em East Windsor, Connecticut, EUA. O pai dele era pastor e, desde sua infância, revelava-se bastante piedoso. Em 1720 obteve seu bacharelado em Yale. Em 1722, obteve o grau de mestre, também em Yale. Aos 23 anos, em 1726, tornou-se pastor-auxiliar de seu avô, Solomon Stoddard, em Northampton.
No ano seguinte, Edwards casou-se com Sarah. Após 23 anos de ministério, em 1750, Edwards foi despedido de forma absurda pela sua igreja (por conta de uma problema com a Ceia do Senhor). Despedido, Edwards tornou-se missionário entre os índios. Em 1757, tornou-se presidente da [futura] Universidade de Princeton. Morreu no ano seguinte, após tomar uma vacina contra varíola.
Edwards foi um homem brilhante, inteligente. Tudo o que lia, o fazia com papel e caneta do lado. Anotava tudo o que lhe causava interesse. Posteriormente, suas anotações tornaram-se a base para seus escritos.
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| A mesma igreja, hoje. |
Ele e Sarah tiveram 11 filhos. Todos chegaram a fase adulta, algo incomum naqueles dias. Quando George Whitefield o visitou em 1740, ficou impressionado com a vida familiar de Edwards. Ele separava tempo, em todo fim de tarde, para cavalgar com Sarah e orarem juntos. Antes do jantar, brincava com as crianças.
Dr. Alderi Matos citou, em uma artigo na Fides Reformata, que, em 1900, um repórter identificou 1400 descendentes do casal Edwards. Entre estes, houve 15 dirigentes de escolas superiores, 65 professores, 100 advogados, 66 médicos, 80 ocupantes de cargos públicos, inclusive 3 senadores e 3 governadores de estados, além de banqueiros, empresários e missionários.
Finalmente, Edwards foi um grande pecador nas mãos de um grande Salvador. É, sem dúvida nenhuma, um exemplo para o qual devemos olhar, não para ver a sua própria luz e glória, mas para, através dele, ver a luz e a glória de Cristo.